PROFESSOR
ESSIO

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Por aqui, Educação Integral

A implantação de escolas de tempo integral em Mairiporã tornou-se inviável quando em janeiro de 2001 o governo da época decidiu aderir ao convênio do governo do estado de municipalização do ensino fundamental. Adotando todas as escolas de ciclo I do estado.

Ao optar pelos recursos do FUNDEF, hoje FUNDEB, a rede municipal cresceu mais que suas pernas aguentavam! Hoje a folha de pagamento da educação, por exemplo, consome entorno de 90% dos recursos do FUNDEB, mesmo pagando os piores salários da região às suas professoras. Repito, às professoras!

O balancete de setembro demonstra que a gestão da educação comprometeu 91,43% dos mais de 61 milhões de seu orçamento com folha de pagamento [56,86%], transporte escolar [20,45%], merenda [7,46%], material de consumo [6,57%] e obras/reformas [0,09%].  Mantidas tais prioridades, não há viabilidade orçamentária para a implantação de escola de tempo integral em Mairiporã.  Resta ao governo municipal a Educação Integral do Programa do MEC “Mais Educação”.

Enquanto isso o governo estadual implanta a Escola de Tempo Integral [ETI] para alunos de 1º ao 5º anos do ensino fundamental colocando mais dinheiro no ensino para pagar o tempo dobrado de permanência do aluno com o professor. Desta forma, implanta as ETIs com seu verdadeiro significado: alunos e professores, o dia inteiro na escola, vivenciando o processo ensino aprendizagem do conhecimento sistematizado, permitindo novas disciplinas, ministrada por profissionais especialistas em sala de aula. Com isso, busca cumprir com a missão institucional da escola: levar à alfabetização, o letramento e outros saberes aos seus alunos. Os professores atuam com exclusividade recebendo gratificação de 75%, e mais 40% de professores são contratados. Os espaços físicos serão remodelados para que sejam também ambientes de conhecimento.

Cidades como a nossa estão fechando escolas. Buscam-se alternativas para baratear a folha de pagamento da educação. Os gestores se desdobram, mas não se aproximam do essencial do ensino, a sua boa qualidade. Os sucessivos resultados dos indicadores de aprendizagem [IDEB] apontam, recorrentemente, a baixa qualidade do ensino fundamental municipal ofertada aos seus alunos.

Não há milagre, mais tempo na escola com aluno e professor significa mais dinheiro priorizando a missão da escola: levar o aluno a aprender a ler, escrever e dominar os cálculos básicos, no mínimo.

Autor: Professor Essio Minozzi Junior

Professor Essio Minozzi Junior

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